Arquivo

Archive for the ‘PostgreSQL’ Category

(Enquete encerrada) Onde guardam seus backups?

Ola galera,
Essa enquete ficou ativa entre os dias 01/10/2016 à 04/01/2017, o objetivo era saber como as empresas estão armazenando seus dados, diante o cenário atual de segurança de dados!

Podemos observar que existe sim a preocupação no que se diz respeito a backup, apesar de vermos diversos casos no Estado do Ceará e no Brasil, de empresas que perdem todas (ou quase todas) as informações quando precisaram recuperar de um desastre, mais ai vem a questão: Será que estão sendo feitos testes nesses backups?

Pontos positivos:
62% dos participantes usam estratégias bem seguras em relação a backup (Servidor de Backup, Nuvem, Fita, Rede, Espelho ou Replicado);
– A questão de backup em Nuvem (18%), esta crescendo muito e atualmente é uma das opções mais acessíveis e rápidas de serem utilizadas;

Pontos negativos:
23% dos participantes informaram se seus backups são guardados em HD externo, não digo um ponto negativo, mas creio que devam ter uma segunda opção de backup, por ser tratar de uma mídia que pode dar problemas físicos com facilidade. Atenção galera!!!
14% informaram que fazem backup no próprio computador, isso é extremamente crítico se não feito como deve ser feito. Backup no computador é uma boa prática no que se diz respeito a volta rápida ao estado anterior, quando o problema não é na máquina ou no disco, mas essa estratégia obrigatoriamente deve ser seguida por alguma outra como por exemplo um backup em nuvem! Atenção galera!!!

Agradeço a todos pela atenção e espero ter ajudado com essa pesquisa, que no meu ponto de vista, levou a questão:

Seus backups são testados periodicamente?
Deixem seus comentários!

 

Anúncios

RDBMS Genealogy

Arvore Genealógica dos Sistemas Gerenciadores de Banco de dados relacionais
csm_RDBMS_Genealogy_V5_dc41ea0c12Genealogy of Relational Database Management Systems

PGDay Campinas ou Dia PostgreSQL (10/9/2014 – Campinas SP)

Categorias:Eventos, PostgreSQL Tags:

História do PostgreSQL

Categorias:PostgreSQL

Top 10 da Semana passada!!!

Lei do 80 – 20…

O princípio de Pareto (também conhecido como regra do 80/20) afirma que, para muitos eventos, aproximadamente 80% dos efeitos vêm de 20% das causas. (wiki)

12 Exemplos da lei de Pareto 80 20

Pareto na TI

Publicado originalmente por Fábio Telles Rodriguez em 25/11/2006 em http://savepoint.blog.br/lei-do-80-20/

Lei do 80 – 20

Hoje estava acompanhando as postagens no Planeta PostgreSQL e me deparei com este excelente texto do Sr. Frank Wiles e percebi que algo que me incomodava há muito tempo parece ser verdade! A lei do 80 – 20 não se aplica apenas aos usuários normais, se aplica aos desenvolvedores também.

Para quem não conhece a “Lei do 80 – 20″, ela diz, algo assim: “80% dos usuários utilizam no máximo 20% dos recursos do sistema”. Esta abordagem é clássica quando sugerimos alguém a migrar do M$ Office para o BROffice.

Mas a minha vida de DBA tem mostrado que isto não se aplica somente as aplicações de escritório. Lembro-me que neste ano eu estava dando uma palestra com o Fernando Ike no VII FISL sobre migração de Oracle para PostgreSQL. No final da apresentação uma pessoa que se identificou como sendo de uma importante organização brasileira questionou se o PostgreSQL seria bom para cortar custos mas que no fundo não daria conta da carga que o Oracle suporta. Infelizmente o tempo para as respostas era curto e haviam outras perguntas para serem respondidas, portando não pude responder plenamente o questionamento. No entanto acho que o Sr. Frank Wiles deu uma excelente resposta.

Já vi aplicações em Oracle com mais de 100GB que não utilizam nem 5% dos recursos do SGDB. Para dificultar a engenharia reversa nos bancos de dados, existem empresas que chegam ao cúmulo de não utilizar sequer chaves estrangeiras. Um fornecedor uma vez confessou para mim que eles utilizam o Oracle como “caixa de sapatos”. O que vejo são aplicações muito ruins que utilizam SGDBs proprietários de forma muito ruim. Quando questionamos em porque a aplicação não pode usar um SGDB livre, eles dizem que tem medo do banco de dados não ser seguro.

De fato, creio que o nosso maior problema ainda é o FUD. Ok, o PostgreSQL ainda não tem soluções de Cluster tão maduras quanto a Oracle ou o DB2. Mas veja bem… quantas empresas você conhece que realmente utilizam isto de forma acertada? Quantas empresas não superdimencionam exageradamente as suas demandas?

Para mim, o problema no Brasil é muito mais relacionado a falta de informação dos nossos dos nossos profissionais que preferem apostar suas fichas em marcas conhecidas do que saber realmente o que vão precisar utilizar do SGDB, e quais atendem às suas necessidades.

No entanto, enquanto o números casos de sucesso do PostgreSQL cresce nas grandes empresas, fica cada vez mais fácil convencer as pessoas de que o PostgreSQL é um SGDB robusto o suficiente. É claro que ele não atenderá a 100% das necessidades. É preciso utilizar a ferramenta certa para resolver cada problema. Em alguns casos, podemos utilizar o MySQL, DB2 ou até mesmos arquivo texto. Tudo depende da demanda. No entanto, creio que o PostgreSQL tem obtido enorme êxito no mercado corporativo, sucesso que deve aumentar muito se conseguir manter o rítimo e a qualidade do seu desenvolvimento.

Por: Savepoint (Ideas not commited yet)

Vejam também:
Database Overkill

Delimitando campos no SQL Server

Hoje um amigo (dentinho) estava com a seguinte situação:
Estou precisando de um comando igual ao split_part (delimitador) do PostgreSQL para usar no SQL Server, preciso pegar o primeiro nome de uma pessoa (que esteja separado por espaço),  exemplo: Tenho o nome: Alex Souza e preciso retornar somente Alex.

Pesquisando um pouco encontramos o seguinte comando que resolve o problema, não como o split_part (que vc pode especificar até qual pedaço quer retornar) , mas resolveu o que ele estava precisando, segue o comando abaixo:

— SQL Server

— Exemplo
SELECT Substring(‘Alex Souza‘, 1,charindex(‘ ‘,’Alex Souza‘))

Retorna
Alex


ou crie a seguinte função:

Create Function [dbo].[retornaCampo](@texto as varchar(max), @separador as varchar(1), @campo as int )
returns varchar(max)
begin
 declare @resultado as varchar(max)
 declare @i as int
 
 select @i = 1, @resultado = @texto
 
 while @i <> @campo
 begin
  select @resultado = substring(@resultado,charindex(@separador,@resultado)+1,len(@texto))
 
  select @i = @i + 1
 end
 
 if charindex(@separador,@resultado)>1
  select @resultado = substring(@resultado,1,charindex(@separador,@resultado)-1)
 else
  select @resultado = substring(@resultado,1,len(@resultado))
 
 return @resultado
end

— Exemplo
SELECT [DBTeste].[dbo].[retornaCampo](‘teste1;Teste 2;Teste3;1;2′,’;’,3)

— Retorna
Teste 3

— JÁ NO POSTGRES (http://www.postgresql.org/docs/8.3/static/functions-string.html)
SELECT split_part (‘Alex Souza ‘,’ ‘, 1)
Retornar: Alex

SELECT split_part (‘Alex Souza’,’ ‘, 2)
Retornar: Souza

 

Vejam também:

T-SQL – Simulando o FN_SPLIT sem uso da função

Split no SQL Server

Fica a dica!
Abraço!

%d blogueiros gostam disto: