Arquivo

Archive for the ‘Disponibilidade’ Category

GDPR – General Data Protection Regulation (EU)

Esse assunto é muito interessante e deveria ser implementada também como lei nos demais países! E no meu ponto de vista, iria melhorar muito a segurança dos dados de usuários, evitando situações como a que aconteceu com a Uber essa semana por exemplo.

Pesquisa realizada pelo SAS com 340 executivos de diversas indústrias e mercados revelou que apenas 45% das organizações globais ouvidas possuem um plano estruturado para entrar em conformidade com as normas do Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR – General Data Protection Regulation), que entra em vigor inicialmente nos países da União Europeia em maio de 2018.

Mais da metade das empresas (58%) não estão totalmente conscientes das consequências de não cumprirem as normas. Proposta em 2012 e aprovada quatro anos depois, a GDPR exigirá que as organizações se tornem responsáveis ​​pela proteção dos dados de seus clientes, informando como e onde eles são armazenados e processados.

“Muitas empresas simplesmente não sabem por onde começar para se tornarem compatíveis com o GDPR”, diz o gerente de Soluções de Negócios do SAS, Arturo Salazar. “Nossa recomendação é iniciar com uma estratégia sólida de governança de dados para garantir que as tecnologias e as políticas estejam em vigor e permitam entender completamente onde seus dados estão armazenados e quem tem acesso a eles”. (fonte da informação)

Confira mais detalhes da pesquisa

Vejam também:

Página do GDPR

REGULATION (EU) 2016/679 OF THE EUROPEAN PARLIAMENT AND OF THE COUNCIL

National data protection authority

DataProtection

Anúncios

Como ser uma empresa movida por fatos e dados

Fonte: Endeavor

Conteúdo originalmente postado em EY

Na era da ruptura digital, uma empresa precisa ter as suas ações baseadas em fatos e dados ou pode correr o risco de ficar para trás e ver a concorrência sair na frente

Aumento das informações digitais, custos das tecnologias caindo muito rápido e um analytics mais sofisticado são alguns dos fatores que estão mudando radicalmente o mundo dos negócios. Quando utilizados de maneira correta, eles podem alterar o modo de pensar sobre os problemas dos negócios; trazer novas alternativas; criar vantagens competitivas e conduzir as empresas para caminhos cada vez mais inovadores.

Os dados e fatos caminham de mãos dadas. Mas investir em recursos de coleta de dados não é o suficiente para criar valor. As organizações também precisam ter processos de análise adequados, além dos profissionais certos para dar sentido aos dados e gerar percepções relevantes para a dinâmica da empresa.

A vantagem “analítica”

Enquanto 78% das organizações concordam que o “analytics” está mudando a natureza da vantagem competitiva, apenas 12% consideram ter uma boa análise de dados. Com a atual rapidez da ruptura tecnológica afetando empresas e indústrias em todo o mundo, esperar um pouco mais pode ser fatal durante uma prospecção de clientes. Uma pesquisa feita pela Forbes, em conjunto com a EY, mostra que os executivos de alto escalão administram suas empresas de olho nos benefícios práticos que os dados revelam, o que lhes dá uma vantagem em relação à concorrência.

Os 4 pilares de uma análise bem sucedida

Extrair todo o potencial de um conjunto de dados com certeza não é uma tarefa fácil – o que explica o porquê de muitas empresas demoram tanto para se adaptar à nova realidade guiada por dados. A pesquisa da EY, junto com a Forbes, também mostra que 89% das empresas concordam que empreender uma mudança representa uma barreira na hora de ganhar dinheiro. No entanto, a pesquisa também apontou quatro pontos chave que merecem atenção ao se transformar em uma empresa movida por dados:

1. Estratégia e liderança

Faça com que os dados e fatos sejam um imperativo estratégico. A visão que sustenta e dá um fôlego as atividades que se baseiam em dados precisa vir com um olhar que entenda a necessidade de possíveis mudança na estratégia das empresas diante de um mundo digital.E isso geralmente aponta para outra necessidade: novas lideranças que possam dar início a uma transformação digital orientada por dados.

2. Produção de Dados

Construa e mantenha a espinha dorsal das suas análises. Seus dados e a tecnologia são os principais facilitadores para criar uma empresa data-driven. Iniciar estabelecendo estratégias e começar pelas áreas que ofereçam oportunidades é o que deve nortear a essência e o ritmo do investimento em tecnologia. Certifique-se de construir uma estrutura empresarial que possibilite o fácil acesso a dados e às ferramentas que são necessárias para conduzir essas ações.

3. Consumo de dados organizacionais

Alinhe a organização em relação à nova cultura orientada por dados. O valor atribuído a uma cultura de resultados vem de um alinhamento comportamental, sempre necessário quando se trabalha com essas informações, partindo de insights, passando por ações até chegar à atribuição de valor. Isso geralmente significa que a cultura, os processos, as competências dos profissionais e os incentivos precisam passar por uma mudança.

4. Consumo de dados individuais

Comece tendo o consumidor final em mente. Antes de mais nada, o problema ou a oportunidade de negócio é algo que precisa estar claramente definido. Em seguida, pense em soluções de adequadas, levando em conta as mudanças que uma pessoa pode fazer em seu processo de tomada de decisão e/ou de negócios. Desenhar processos com foco em pessoas e um framework ágil são muitas vezes úteis para atingir um método ao estilo “test-and-learn”.

O poder das pessoas

A transformação bem sucedida de uma empresa para que seja movida a dados geralmente começa pelo topo da pirâmide. Se a diretoria não reconhece o valor de um processo baseado em fatos e dados é bem provável que outras áreas da empresa tenham resistência às novas ideias. Designar novos cargos C-level, como um Chief Analytics Officer e um Chief Data Officer, pode ser uma ótima ação para que certas estratégias no negócio passem a desfrutar de todo seu potencial, ao mesmo tempo que é uma confirmação de que os objetivos e as prioridades da diretoria estão alinhados.

Quais competências um bom líder de data analytics precisa ter?

O Global Chief Analytics Officer da EY, Chris Mazzei, identifica as quatro principais habilidades e competências que qualquer líder de data analytics precisa para ter sucesso:

I. Expertise do seu negócio: entenda o mercado e onde/como se dá a criação de valor;

II. Inovação: identifique onde há uma oportunidade para empreender a mudança no modelo de negócio;

III. Arquitetura de soluções: identifique onde aplicar suas análises e esteja preparado para quebrar barreiras entre as equipes técnicas e de negócio;

IV. Construção de um network: desenvolva um grande número de relações com os stakeholders senior para que as coisas aconteçam.

Abraçar o analytics em todos os níveis

Um Chief Analytics Officer pode fazer muito para conseguir aumentar a presença de um comportamento mais voltando a dados dentro de uma empresa e atuar como um catalisador de mudanças, mas uma transformação bem sucedida depende também dos líderes de todos os níveis conduzirem as ações com entusiasmo – até encorajando as pessoas que não possuem cargos de liderança a abraçarem a causa.

Apesar de toda a tecnologia por trás do Big Data, as pessoas ainda são o foco de qualquer iniciativa. O julgamento humano é o que atribui real valor ao big data analytics – e a resistência humana pode fazer com que valiosos insights sejam ignorados.

Conteúdo originalmente postado em EY.

Leia mais em Endeavor @ https://endeavor.org.br/como-ser-uma-empresa-movida-por-fatos-e-dados/

(Enquete encerrada) Onde guardam seus backups?

Ola galera,
Essa enquete ficou ativa entre os dias 01/10/2016 à 04/01/2017, o objetivo era saber como as empresas estão armazenando seus dados, diante o cenário atual de segurança de dados!

Podemos observar que existe sim a preocupação no que se diz respeito a backup, apesar de vermos diversos casos no Estado do Ceará e no Brasil, de empresas que perdem todas (ou quase todas) as informações quando precisaram recuperar de um desastre, mais ai vem a questão: Será que estão sendo feitos testes nesses backups?

Pontos positivos:
62% dos participantes usam estratégias bem seguras em relação a backup (Servidor de Backup, Nuvem, Fita, Rede, Espelho ou Replicado);
– A questão de backup em Nuvem (18%), esta crescendo muito e atualmente é uma das opções mais acessíveis e rápidas de serem utilizadas;

Pontos negativos:
23% dos participantes informaram se seus backups são guardados em HD externo, não digo um ponto negativo, mas creio que devam ter uma segunda opção de backup, por ser tratar de uma mídia que pode dar problemas físicos com facilidade. Atenção galera!!!
14% informaram que fazem backup no próprio computador, isso é extremamente crítico se não feito como deve ser feito. Backup no computador é uma boa prática no que se diz respeito a volta rápida ao estado anterior, quando o problema não é na máquina ou no disco, mas essa estratégia obrigatoriamente deve ser seguida por alguma outra como por exemplo um backup em nuvem! Atenção galera!!!

Agradeço a todos pela atenção e espero ter ajudado com essa pesquisa, que no meu ponto de vista, levou a questão:

Seus backups são testados periodicamente?
Deixem seus comentários!

 

In 60 Seconds

A importância da Tecnologia da Informação!

Ola galera!
Sempre costumo comentar sobre a importância da Tecnologia da Informação em uma empresa, seja ela pequena ou grande!
Mas vemos que a grande maioria das empresas não dão a devida importância para esse tema, devido a pensarem que a TI é somente custos!

Nos últimos dias, estamos vendo a questão de sequestro de dados e isso pode ser que abra (ou não) os olhos dessas empresas e que essas possam dar a devida importância à tecnologia da informação, antes de acontecer o que aconteceu por exemplo com a prefeitura de Pratânia (SP).

Esse situação exposta no vídeo abaixo, poderia ter sido evitada com o uso de um sistema de segurança da informação mais efetivo!
Um sistema de backup efetivo também poderia ter evitado todo esse transtorno, pois mesmo com a invasão, os dados poderiam ser recuperados em um tempo bem curto!

Pelo que andei pesquisando sobre essa invasão, a prefeitura acabou desistindo de recuperar o sistema e estão adquirindo um novo sistema, ou seja, investindo em um novo sistema e provavelmente agora vão investir em segurança da informação! E isso poderia ter sido feito antes com um custo muito menor!

Fica a dica…
Cuide bem do seu bem mais precioso, seus dados! Pois eles são a base de sua empresa!

Vejam o vídeo abaixo!

Links
Invasão de hackers paralisa a prefeitura de uma cidade em SP
Prefeitura desiste de recuperar sistema invadido por hackers
Hackers invadem sistema interno da Prefeitura de Guaranésia, MG
Mais uma Prefeitura foi vítima de Hackers através de um Malware – Castanheira (MT)
Hackers invadem sistema de prefeitura em MT e serviços são suspensos – Sorriso (MT)
Backup no SQL Server

Sabem o que é BYOD?

L&A Soluções – Consultoria em Banco de Dados SQL Server ( Suas informações em boas mãos! )

Acordo de Nível de Serviço (SLA)

Um passo importantíssimo para entregar o valor esperado pelos clientes com os serviços de TI é garantir que exista um acordo de nível de serviço, planejado por todas as áreas de TI bem como com o cliente final. Logicamente não basta existir um SLA (Service Level Agreements), ele deve ser cumprido, mas o fato de existir algum SLA já é o primeiro passo, por que significa que o mesmo foi discutido dentro da área de TI bem como com o cliente.

O SLA é útil para garantir que os serviços entregues atendem às expectativas de negócios, as metas de desempenho e os custos necessários para a entrega de um determinado serviço de TIC a um conjunto de clientes. Um SLA eficaz reflete a comunicação entre os clientes e usuários (os consumidores do serviço) e deverá traduzir-se na tabela de indicadores. Os objetivos de nível de serviço que são identificados, em seguida, serão usados para desenvolver e personalizar o scorecard de aderência para o serviço.

O SLA deve ser balanceado entre ser relevante e factível. Em geral, a disponibilidade desejada por todos é de 100%, mas isso, infelizmente, é irreal. O SLA deve conter um objetivo relevante a ponto de atingir o nível de serviço realmente necessário e exigido pelo negócio, mas também deve ser possível de ser entregue, não pode conter premissas ou promessas irreais.

Um SLA deve possuir a descrição e definição, em linguagem clara para o cliente, de todos os pontos importantes sobre o serviço de TIC. Por exemplo, descrição do serviço, seus requerimentos, necessidades de dados de entrada, saídas esperadas, horários de funcionamento do serviço, tempos de atendimento ao usuário em caso de problema, disponibilidade total esperada, tempo de retorno em caso de indisponibilidade, etc.

Cálculo de Disponibilidade

Um dos pontos mais comuns de ser descrito em um SLA é a disponibilidade esperada do serviço. Um indicador comum usado para medir a disponibilidade é o percentual de tempo que um serviço foi capaz de servir aos seus clientes e usuários.

  • Percentagem de disponibilidade = Tempo Total em Serviço / Tempo Total Esperado em Serviço

No caso de um serviço que é esperado que funcione 24 x 7, o tempo total esperado, no ano, é de 24 horas x 365 dias = 8760 horas.

Em geral, a disponibilidade desejada por todos é 100%, mas isso, infelizmente, é irreal. Num caso mais realista, a disponibilidade nos SLAs é medida em “noves”, ou seja, quantos “noves” no percentual são esperados. Um serviço que é esperado “3 noves” deve ter disponibilidade de 99,9%.

A tabela abaixo mostra os cálculos de disponibilidade em relação a um serviço 24×7, com base anual.

% Disponibilidade Horas Totais no Ano (24×7) Tempo máximo de indisponibilidade Horas Totais no Ano (8×5) Tempo máximo de indisponibilidade
90% 8760 horas 876 horas (36,5 dias) 2086 horas 208.6 horas (26 dias)
95% 8760 horas 438 horas (18,3 dias) 2086 horas 104 horas (13 dias)
99% (2 noves) 8760 horas 87 horas (3,6 dias) 2086 horas 20,86 horas (2,6 dias)
99,9% (3 noves) 8760 horas 8,76 horas 2086 horas 2 horas
99,99% (4 noves) 8760 horas 52,56 minutos 2086 horas 12,5 minutos
99,999% (5 noves) 8760 horas 5,3 minutos 2086 horas 1,25 minutos

Como pode ser reparado na tabela de tempos de indisponibilidade, o tempo máximo aceitável de indisponibilidade é alterado com a alteração do tempo total esperado de serviço (janela de funcionamento do serviço). No caso de um serviço em horário comercial (8×5), uma queda do sistema durante a madrugada, com o serviço voltando a funcionar antes ainda do horário comercial não afeta o cálculo de disponibilidade para efeitos do SLA, por que o serviço não tinha a obrigação de funcionar fora da sua janela estipulada.

O que deve ser considerado para confecção de um SLA?

A Microsoft recomenda considerar os seguintes pontos quando da criação e manutenção de SLAs e medições de disponibilidade:

  • Necessidades reais de negócio – Os custos de alcançar maior disponibilidade podem não valer a pena considerando os benefícios reais necessários. Analise a real disponibilidade de serviço de TIC que sua empresa realmente precisa antes de definir metas. Ter sempre meta de 24×7 com 99,999% de disponibilidade pode ser desejável para todos os serviços, mas obriga um enorme investimento em pessoas, processos e tecnologia a fim de atingir esse nível e poucos serviços realmente precisam disso.
  • Correta granularidade – Um sistema de TI, seja qual for, tem múltiplas medições e monitorações de disponibilidade, e não simplesmente funcionando e parado. Partes distintas podem estar funcionando enquanto outras podem ter algum problema de disponibilidade. Uma regra simples, clara e justa deve ser alcançada para que o cálculo não seja mais custoso que a informação resultante deste.
  • Responsabilidade e Cobrança – uma pessoa ou time deve ser responsável por cada medição, e deve ser garantido poder de decisão necessário para que seja feito o que é necessário para controlar o serviço e respeitar os SLAs.
  • Riscos Ordinários e Extraordinários – Falha de disco ou memória, bem como rede e falta de energia são riscos ordinários, previsíveis, que são parte do cotidiano. Você sabe que os enfrentará mais cedo ou mais tarde e deve se planejar para quando isso ocorrer. A maior probabilidade de indisponibilidade pode ser tratada analisando e previnindo riscos ordinários.
    O tipo de planejamento a ser feito para riscos extraordinários é bem diferente e deve inclusive levar em conta risco de perda de pessoal e instalações. São eventos mais raros e especiais, mas que devem ser avaliados se vale a pena prevení-los ou apenas conhecê-los e preparar reação em caso de ocorrência. Isso vai depender do custo da prevenção e também da quantidade e importância dos recursos envolvidos pelo risco.
  • Escopo e tolerâncias – métricas rígidas e absolutas podem trazer mais malefícios do que benefícios. Atritos entre áreas, avaliações e auditorias no cálculo do SLA e outros fatores podem ser resultados de intolerâncias. Em geral, recomenda-se trabalhar com médias e desvio padrão para cálculos de indicadores de SLA.
  • Mensurabilidade – cada item do SLA deve ter um indicador e meta determinada. O SLA deve ser oficializado em cima de valores trangíveis e objetivos, nunca sobre avaliações pessoais e subjetividade. Termos como “melhor”, “mais disponível”, “total”, etc. devem ser evitados, dando-se preferência para “10% de melhoria a cada ano”, ou ainda, “99% de disponibilidade claculada sobre a fórumula XXX =YYY / ZZZ”.
  • Margens de Erro – um outro aspecto da capacidade de medir algo é a margem de erro de medição. Por exemplo, a Microsoft possui dezenas de Active Directory Domain Controllers e Exchange Servers espalhados pelo mundo em diversos datacenters. Sincronização de horário entre todos os serviodres pode levar um certo tempo e ainda assim acontecer com pequenas diferenças de horário. Uma mensagem de ping pode ter o seu horário de chegada, visto por um servidor, milisegundos antes do seu horário de saída. Sabemos que isso é impossível, logo deve-se ao fato de sincronização e outros detalhes inerentes a distribuição e às margens de erro de medição. As objetivos de nível de serviço não devem ser tão pequenos e precisos que sejam da mesma ordem de grandeza que a margem de erro de medição.

Reunião de Revisão de Nível de Serviço

Conduzir uma reunião regular de Revisão de Nível de Serviço é uma forma importante de entender o estado atual do serviço. A revisão frequente dos dados atingidos mantém o foco de trabalho nos mais importantes indicadores de negócio, bem como pode alertar com boa antecedência para eventuais desvios aos objetivos dos SLAs.

Após a documentação e formalização do serviço do SAJ com mapa de serviço, SLAs, OLAs, e a tecnologia totalmente revisada e corretamente configurada, a manutenção dos níveis de serviço requerem criação de:

  • Procedimentos operacionais para todos os componentes do serviço, a fim de garantir que todas as engrenagens estão funcionando corretamente, e de suporte, a fim de garantir que o atendimento ao usuário está sendo feito conforme o acordado no SLA;
  • Disciplina e comprometimento do time a fim de colocarem em prática uma reunião de Revisão de Nível de Serviço com frequência mínima quinzenal.

Fonte: Ronaldo Smith Jr

%d blogueiros gostam disto: