Gestão de Continuidade de Negócios

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O Plano de Continuidade de Negócios – PCN (do inglês Business Continuity Plan – BCP), estabelecido pela norma ABNT NBR 15999 Parte 1, é o desenvolvimento preventivo de um conjunto de estratégias e planos de ação de maneira a garantir que os serviços essenciais sejam devidamente identificados e preservados após a ocorrência de um desastre, e até o retorno à situação normal de funcionamento da empresa dentro do contexto do negócio do qual ela faz parte. O plano de continuidade de negócios é responsabilidade dos dirigentes da organização. A equipe de gerência da segurança pode auxiliar nessa tarefa, mas não pode ser responsabilizada por sua inteira implementação. Tal auxílio pode contemplar a criação, manutenção, divulgação e coordenação do plano de contingências.

Além disso, sob o ponto de vista do PCN, o funcionamento de uma empresa deve-se a duas variáveis: os componentes e os processos.

Os componentes são todas as variáveis utilizadas para realização dos processos: energia, telecomunicações, informática, infra-estrutura, pessoas. Todas elas podem ser substituídas ou restauradas, de acordo com suas características.

Já os processos são as atividades realizadas para operar os negócios da empresa.

O Plano de Continuidade de Negócios é constituído pelos seguintes planos:
Plano de Contingência,
Plano de Administração de Crises (PAC),
Plano de Recuperação de Desastres (PRD) e
Plano de Continuidade Operacional (PCO).
Todos estes planos têm como objetivo principal a formalização de ações a serem tomadas para que, em momentos de crise, a recuperação, a continuidade e a retomada possam ser efetivas, evitando que os processos críticos de negócio da organização sejam afetados, o que pode acarretar em perdas financeiras.

No que diz respeito à necessidade de atualizações, o Plano de Continuidade de Negócios deve ser revisado periodicamente, pois mudanças significativas em componentes, atividades ou processos críticos de negócio podem fazer com que novas estratégias e planos de ação sejam previstos, evitando assim com que eventuais desastres desestabilizem profundamente o andamento regular do negócio da empresa.

Desastre pode ser entendido como qualquer situação que afete os processos críticos do negócio de uma organização. Conseqüentemente, algumas ocorrências podem ser caracterizadas como sendo desastres para uma determinada empresa, mas podem não ser caracterizadas como um desastre para outra empresa.[1]  Fonte

Introdução a Prática Profissional

GCNBRASIL – Gestão de Crises e Continuidade dos Negócios

Seis níveis de maturidade da GCN

 

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